Quem integra
a agência essense

Jornalista especializada em narrativas de não-ficção, com pós-graduação em Escrita Criativa pela Universidade de Berkeley, na Califórnia. É autora de três biografias de empresários brasileiros e editora de outras obras do gênero. Com um pé na arte e outros negócios, trabalha para libertar empresas e pessoas de uma comunicação monótona e clichê. Cobriu diversos eventos de negócio na AL, EUA e Europa, e colaborou com veículos setoriais e da grande mídia, como Folha de S. Paulo. Foi editora de CRN Brasil, uma das maiores revistas de tecnologia do mundo. É também co-âncora do podcast Vale do Suplício, sócia-fundadora da agência Lightkeeper e editora do Destino Paralelo, projeto que desbrava lugares remotos do planeta.

Silvia Paladino, cofundadora e diretora-executiva

Jornalista há quase duas décadas, empreendedora há dez anos e escritora de nascença, acumula passagens por Infomoney, jornal DCI, Estadão, IT Web e CRN Brasil, sendo editora destas duas últimas publicações. Tem especialização em análise econômica pela Fipe e MBA em marketing digital pela ESPM. Coautora de dois livros publicados e editora de um terceiro, é coâncora do podcast Vale do Suplício, cofundadora da agência Lighkeeper e do Unbox Project, além de colunista do portal Terra, onde escreve sobre comunicação B2B, empreendedorismo e inovação. Ama que os negócios colocaram o conteúdo em sua estratégia de comunicação, mas definitivamente odeia o mau uso que é feito dessa significativa e poderosa estratégia.

Adriele Marchesini, cofundadora e diretora de novos negócios

“Sou curiosa: leio, busco referências e, claro, faço perguntas. Primeiro, como jornalista, o que me permitiu aprender com tanta gente interessante. Depois, como acadêmica, no mestrado de Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade de Viena, que concluí em 2019. Aprendi, ainda, a valorizar a experiência empírica. Todos os dias, meu conhecimento se expande com a minha filha humana, Eva, e com a filha pet, Peaches. Observar, perguntar e experimentar não é o que nos faz bons jornalistas e, principalmente, bons humanos?”

Cylene Souza, diretora-executiva da Lightkeeper, nossa agência irmã

“Até me chamarem de Forrest Gump na sexta série, não tinha me dado conta de que vivia contando histórias a todo mundo. Fiquei incomodado com o apelido na época, mas ele me revelou uma faceta de mim que eu desconhecia: a do contador de histórias… Quando me assumi “Forrest” ganhei um rumo: formei-me jornalista, temperei de literatura a notícia, trabalhei em redações de jornais, revistas, escrevi livros, roteiro de filme, enveredei-me pelo mundo do conteúdo digital e, sem jamais perder de vista as histórias, posso dizer que sigo a minha “essense””.

Wagner Hilário, head de projetos

“Vivo entre dois mundos. Minha formação em administração e meu gosto pelo mercado financeiro me colocaram no universo de exatas. Já minha loucura pela arte e pela música – que digo, tem o poder de ditar o tom do seu dia – me arrastaram para humanas. Descobri, na produção cinematográfica, um ponto de equilíbrio entre a loucura das minhas ideias e a precisão da técnica. E no esporte, tenho a ajuda que preciso para focar e organizar os pensamentos.”

Thiago Mendes, diretor de produções audiovisuais e da Ultra Filmes

“Eu sou um louco. Um louco por sempre escolher a mudança, o novo. Um louco por optar em fazer o que amo. Um louco por querer empreender. Um louco por optar pela liberdade. Falam que a loucura é a fonte da criatividade e da inovação. Então, acima de tudo, sou um louco por opção”.

Edu Ramos, designer e fundador do Grano Studio

“Escrever sempre foi uma forma de organizar o mundo na minha cabeça. E foi ainda na infância, quando percebi que o mundo provocava mais perguntas do que respostas, que decidi ser jornalista. Claro que ter uma mãe jornalista também influenciou bastante. Em 20 anos de profissão, já escrevi para todo tipo de público, num espectro que vai de crianças a homens engravatados, e me orgulho de cada trabalho que fiz. Hoje, moro em Berlim com minha família. Além de escrever, sou bordadeira, viciada em podcasts e tento ser a melhor mãe possível para meus dois filhos, que são os amores da minha vida.

Veridiana Marcatelli, jornalista/redatora

“Se eu tivesse que me definir em uma palavra seria ‘organizada’. Desde pequena, gosto de ter cada coisa no seu devido lugar. Rotina me acalma, me faz bem e me mantém nos eixos. E o trabalho na essense me permite fazer o que gosto: organizar as contas, manter padrões e rotina, deixar tudo ‘certinho’. Mas também tem a leveza de uma empresa jovem, com as sócias e equipe de mentes mais livres, sem cobranças ou penalização por erros. Há comprometimento e oportunidade de aprendizagem!

Ana Marchesini, assistente financeira

“Desde pequeno, sempre chorei de rir com as histórias malucas que surgiam na minha cabeça. Isso me satisfazia – até certo ponto. Por que não liberar tudo para o mundo? Será? A vida é feita de escolhas e, principalmente, da qualidade das escolhas. E, a partir do momento em que elas se baseiam não mais no medo, mas em uma vontade genuína e um desejo do coração que nem dá pra explicar, tudo muda. Melhores e maiores oportunidades, reconhecimentos (incluindo um Emmy no meio do caminho), trabalhos mais significativos, mais leves e, o principal: mais divertidos. Se faltar diversão ou um mínimo de alegria, de brilho nos olhos, não vale a pena.”

Esse é o Marcelo Gavini, roteirista

“Apesar de formada em comunicação social, de comunicadora desinibida tenho pouco. Prefiro a parte do currículo que diz ‘com ênfase em propaganda e marketing’. É aí que fico à vontade para analisar, entender, dar meus palpites, pegar os resultados e começar tudo de novo! Sou filha única, porém não mimada. Fotógrafa nas horas vagas, amo viajar e também gosto de ficar de bobeira assistindo uma boa série em casa. Adoro encontrar amigos para ficar falando ‘abobrinha’ por horas a fio – e estou muito feliz que, aos poucos, estamos conseguindo retomar esses encontros e as viagens que ficaram ‘em férias’ por tempo demais.

Camila Sampaio, head de distribuição e performance

“Não faço ideia de quantos anos eu tinha na primeira vez em que sonhei em ser jornalista – só sei que foi na infância. Mais tarde, tive certeza da decisão ao perceber que minha vocação é mesmo a de contar histórias, principalmente aquelas curiosas e que não são fáceis de encontrar por aí. Fiz minha formação na UFMG, trabalhei em lugares incríveis, ajudei a fundar meu próprio site e me especializei em duas coisas que também amo: viagens e literatura. Morei no exterior – com direito a uma passagem pela Índia – e dei uma volta ao mundo. Tudo isso antes de me estabelecer na melhor cidade do planeta: a minha Belo Horizonte.

Rafael Câmara, jornalista/redator

“Sempre tive curiosidade em entender como o mundo funciona. Mesmo criança, eu gostava de perguntar todos os detalhes de cada processo para, depois, poder contar a alguém que ainda não soubesse da novidade. Hoje, tal ação recebe o nome pomposo de divulgação científica, mas a essência em comunicar é a mesma para que mais pessoas tenham acesso ao conhecimento.”

Renata Armas, jornalista/redatora especializada em Saúde e ciência

“Há mais de 10 anos decidi deixar minha terra natal para estudar espanhol em Buenos Aires. Além de me apaixonar pelo idioma, acabei encantada não só pela Argentina, como por toda a América Latina. “Fui ficando”. Hoje, ainda moradora da capital portenha, me divido entre o jornalismo e a tradução e revisão – ambos trabalhos que me proporcionam o prazer da descoberta. É incrível como, uma década depois de vida em países de fala hispânica e em contato permanente com o idioma, meus olhos ainda brilham a cada palavra e expressão que aprendo no dia a dia.”

Luciana Taddeo, jornalista baseada em Buenos Aires

“Quando eu era pequeno, guardava o dinheiro que minha mãe me dava para o lanche e ia escondido para o fliperama. O “vício” de jogar me levou a outro: o de empreender. Com 15 anos, montei meu primeiro negócio: uma locadora de videogames, daquela que você pagava um real para brincar por uma hora. Em outra locadora – essa de filmes – conheci Stanley Kubrick, Quentin Tarantino e Guy Ritchie. Quase não tive escolha: essas referências me introduziram no universo audiovisual e, aos 20 anos, já tinha minha própria produtora. Hoje, passo os meus dias pensando em quais luzes, cores e enquadramento contam melhor as histórias da vida.”

Michel Botto, videomaker