Quem somos - brand2biz

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Brand2Biz é a área da agência essense na qual colocamos toda nossa expertise em mídias de negócios para produzir projetos de curadoria de conteúdo de impacto para o mercado B2B.

mindset

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visão de negócios aplicada à curadoria de conteúdo;

especialização para produção de conteúdo setorial (TI, Saúde, Educação, Varejo, Serviços entre outros).

forma

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projetos originais;

qualidade editorial;

multiplataforma (phygital);

storytelling;

conteúdo autoral (ghostwriting).

alcance

alcance

além do inbound, do marketing de conteúdo e do marketing digital:

• metodologia essense para construção de projetos de comunicação B2B;

• metodologia essense para posicionamento de líderes como influenciadores.

Curadoria de conteúdo de impacto

4 Cs

conhecimento, causa,
coerência e consistência

Reputação e conexão

Estratégia de conteúdo alinhada aos

objetivos de negócio

Resultados potencializados

Distribuição estratégica e direcionada do

conteúdo, de acordo com o público-alvo

Business Content

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posicionamento para marcas

Branded Content

Branded Content

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conteúdo patrocinado via parceiros/veículos de mídia

Personal Content

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posicionamento de lideres

Content Training

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treinamento pool e in company

Quem Somos

Leia também

Na vida e na escrita, errar é humano – e aprender também

Separamos os erros mais comuns na hora de escrever na internet e damos dicas para não cometê-los mais. Só vem!

Separamos os erros mais comuns na hora de escrever na internet e damos dicas para não cometê-los mais. Só vem!

Por Camila Galvez*

Ah, o português… considerado um dos idiomas mais complexos do mundo. E não sou eu quem está dizendo, mas a professora norte-americana Rebecca Jackson-Salado, do canal Minha professora gringa, neste vídeo aqui que viralizou há um ano.

Como jornalista e curadora de conteúdo de impacto, tenho uma confissão a fazer: de vez em quando eu também acho que o português machuca. Mas como errar é humano – e aprender também – separei alguns dos erros mais comuns de escrita, seja ela on ou offline. Fiz isso principalmente porque a agência essense está lançando o curso online “Personal Branding para a profissionais de Saúde”* e este texto é parte dos materiais de apoio. Mas também porque, independentemente de você decidir fazer o curso ou não, as dicas que vou dar aqui servem para inúmeros propósitos na sua vida, da carreira profissional à qualidade da cantada no momento da paquera. 

Ainda se diz paquera? Enfim… errado não está. Vamos lá?

  • A saga dos porquês

Por que, por quê, porque ou porquê? Afff, por quê??? Para não errar mais, guarde essa colinha retirada diretamente do Brasil Escola

Por que: tem o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual”, “por qual razão” e “por qual motivo”.

Por quê: utilizado no sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, leva acento quando ocorre no final de frase e antes de ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação. 

Porque: devemos usá-lo quando queremos substituir expressões como “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. 

Porquê: só colocamos o acento se pretendemos utilizar um sinônimo de “razão” ou “motivo”.

  • A tal da letra Maiúscula

Errar é Humano, Aprender também. A letra maiúscula – ou caixa alta, como chamamos no jornalismo – em “humano” e “aprender” chamou a sua atenção? Não é porque ela é maior, não, mas porque está errada.

Aqui tem um jeito lindo para não errar mais.

  • Agente secreto

“Agente já falou com ela”. Não, por favor, não.

A gente, assim separado, é uma locução equivalente ao pronome pessoal reto nós (a gente vai = nós vamos). 

Agente indica uma pessoa que faz alguma coisa, como um agente secreto ou um agente da polícia.

  • Tem algo errado, concorda?

“Obrigada a todos e tenha uma boa semana”. “Os profissionais não parecia entender a missão da empresa”. 

Nas mídias sociais, tendemos a adotar uma linguagem coloquial, mais descontraída e espontânea, o que acaba criando um relaxamento das normas gramaticais. Mas usar um discurso com concordância é o que dá clareza e objetividade à mensagem, especialmente se ela for profissional. E você quer ser entendido, não quer? Então, fique atento à concordância.

No caso dos exemplos acima, se estamos falando de “todos”, o equivalente à segunda pessoa do plural (vocês), o verbo “ter” deve ser usado, também, no plural, ou seja, “tenham”. O correto é “Obrigada a todos e tenham uma boa semana” 

A mesma lógica vale para a segunda frase, com o verbo “parecer” concordando com “os profissionais”, ou seja, com a terceira pessoa do plural (eles). O correto, portanto, é “Os profissionais não pareciam entender a missão da empresa”.

  • Cuidado com a vírgula

Esse meme é auto explicativo.

Vem aqui que têm dicas marotas.

  • E tenha parcimônia no ponto de exclamação

“Estamos todos muito felizes por mais essa conquista da nossa empresa!!!!!!!!”

Imagino o nível de felicidade pela quantidade de pontos de exclamação da frase. Mas o ponto de exclamação, quando sozinho, já é por si só um sinal usado para exclamar algo. Ou seja, ele é empregado no final de frases exclamativas que expressam emoção, surpresa, admiração, indignação, raiva, espanto, susto, exaltação, entusiasmo, entre outros. Portanto, repeti-lo só uma vez e quando, de fato, se quiser passar uma das mensagens que eu citei, já é suficiente para se fazer entender.

  • Tem/têm

E falando em tem, aí está mais um clássico do português. “Tem” é fácil, ok, mas se o verbo “ter” está no plural, o chapeuzinho é fundamental (e perdão pela rima). Exemplo: “Vocês têm que aprender o que eu estou tentando ensinar.”

  • Esse/este

Volto ao Brasil Escola para explicar: “esse” e “este” são pronomes demonstrativos que têm formas variáveis de acordo com o número ou gênero. Eles são usados para indicar a posição dos seres no tempo e espaço em relação às pessoas do discurso.

Dica pra não errar: 

> Este, esta e isto são usados para objetos que estão próximos do falante. Em relação ao tempo, são usados no presente.

> Esse, essa, isso são usados para objetos que estão próximos da pessoa com quem se fala. Em relação ao tempo, é usado no passado ou futuro.

BÔNUS!

Parece que eu gritei com você com essa palavra aí escrita em caixa alta, né? Esta é a primeira dica extra pra você: evite gritar na internet (ou escrever tudo em maiúscula). 

A gente também te aconselha a

  • Eliminar subjetividades

Tudo o que o interlocutor tem para compreender a sua mensagem é o que está escrito. Portanto, seja claro.

  • Eliminar clichês 

Essas expressões banais enfraquecidas de significado pelo seu uso em excesso. Alguns exemplos:

– …é a sua paixão.

– Que a justiça seja feita

– Quem vê cara não vê coração

  • Evitar expressões batidas no mundo da Saúde

– Fechar com chave de ouro

– Ultrapassar barreiras

– Correr atrás do prejuízo

– Que orgulho….que honra

– Líderes do futuro

– Novo normal

E o campeão…

– Com o perdão do clichê (!)

  • Não usar palavras em excesso – e que não dizem nada

“O fenômeno da Saúde”

“O movimento da transformação digital”

“No que diz respeito a”

  • Cortar advérbios desnecessários

Acariciar gentilmente, rejeitar totalmente, realmente único. Percebe como nestas frases os advérbios passam a mesma mensagem que o verbo? Afinal, se você vai acariciar alguém, será com gentileza. E se vai rejeitar algo, não dá para ser pela metade. 

Sempre que quiser usar um advérbio, pense se ele terá, de fato, a função de modificar o sentido do verbo, acrescentando-lhe uma circunstância. O Brasil Escola tem outras dicas para você entender certinho quando usar.

  • Evitar a falsa sofisticação

– Jargões

– Ordem indireta de frase

– Sinônimos que sabotam o significado

E você, tem algum erro que sempre vê por aí e que eu deixei de fora? É só mandar que atualizo a listinha por aqui, e a transformamos em um grande post colaborativo.

*Se quiser mais informações sobre o curso, mande um e-mail para contenttraining@agenciaessense.com.br.

Camila Galvez é jornalista com mais de 15 anos de estrada, tem especialização em jornalismo literário, ama livros dos clássicos aos pops, mora no mato e tem um zoológico em casa (da última vez que contou, eram 12 bichos, entre cães, gatos, patos e um galo!). É head de projetos na agência essense e se especializou em Saúde porque AMA o setor.

Saiba mais: 

Uma visão despretensiosa (e duvidosa) sobre 7 canais para sua estratégia de conteúdo

A indústria da vulnerabilidade e da empatia no LinkedIn

(Des)Aprendendo com o Exemplo: como (não) fazer conteúdo autoral

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Ciência, sociedade e marketing: a interconexão que definirá a longevidade das empresas

O rigor científico na busca de soluções para problemas complexos e o propósito de transformar nossas vidas para melhor me inspiram de...

O rigor científico na busca de soluções para problemas complexos e o propósito de transformar nossas vidas para melhor me inspiram desde a adolescência. Em minha nova iniciativa, espero transmitir meu entusiasmo pelo conhecimento a um número cada vez maior de pessoas

Cylene Souza

Ao longo de muitos momentos em minha vida estudantil e profissional, tive a sorte de trabalhar com um tema que me fascina: o conhecimento científico. Tudo começou com o professor Sérgio, lá na sexta série: todos os meses, precisávamos escolher uma notícia de ciência nos jornais e fazer um resumo valendo parte da nota do bimestre. Com 12 anos, já tinha um professor que estimulava a interpretação de texto e a busca por fontes confiáveis de informação, ativos essenciais nos dias de hoje. Foi com ele também que fiz minha primeira dissecação: uma minhoca!

Depois vieram diversas visitas aos laboratórios de química, física e biologia no Ensino Médio, sempre com aquele encantamento de ver a aplicação das sopas de letrinhas comuns a essas disciplinas na vida real.

A decisão de dedicar minha carreira à produção de conteúdo foi muito inspirada por minha admiração pelo processo científico. Cursando jornalismo, aprendi que ter opinião ou viver uma experiência não são suficientes para validar minha narrativa dos fatos. É preciso seguir princípios: apuração com fontes confiáveis, checagem dos dados, rigor na escrita e, no máximo grau possível, neutralidade diante dos fatos, para que seja possível analisar a questão por todos os ângulos.

No quarto ano da faculdade, quando precisamos fazer estágios obrigatórios para concluir o curso, a ciência apareceu novamente na minha vida de forma ainda mais pronunciada. Fui estagiar em uma editora que revisava e publicava dois periódicos da USP e diversos outros de sociedades de especialidades médicas. O vocabulário era difícil, os textos, muitas vezes, áridos, mas como eu aprendi! Se por um lado lamentava que esse conhecimento fosse compartilhado apenas entre os especialistas que liam aquele material acadêmico, por outro me entusiasmava ver como a pesquisa se desenvolvia no Brasil.

A vida foi seguindo outro rumo, eu me despedi das publicações acadêmicas e fiz de tudo um  pouco: assessoria de imprensa para varejo, estratégia de comunicação para candidato político, cobertura geral em um grande jornal… E,  para minha alegria, depois veio a chance de escrever um bocado sobre Saúde. Foram mais de 10 anos me especializando no tema, abordando tanto aquelas tecnologias que salvam vidas quanto o impacto desse setor na economia, na política e na nossa forma de perceber o mundo. 

Pela Saúde, ficou claro para mim que ciência, tecnologia e sociedade estão profundamente entrelaçadas: uma molda a outra de forma tão natural que nem percebemos. Já reparou  como os termos da medicina e da TI entraram no nosso vocabulário? E o quanto a ciência se esforça para resolver nossas grandes questões, como o aquecimento global, o câncer e a fome? 

O problema, como aprendi no mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade, na Universidade de Viena, é que temos uma imagem dos cientistas encastelados em suas torres de marfim, longe do que acontece nas ruas, e da ciência como obra de um gênio, que da noite para o dia inventa algo que transforma nossas vidas, para o bem ou para o mal. 

Porém, hoje existe um esforço para mudar essa imagem e aproximar a comunicação científica do cidadão. Entre  os exemplos, temos o neurocientista Miguel Nicolelis com o podcast Diário do Front, o biólogo Átila Iamarino comandando o Nerdologia no YouTube e a Ana Bonassa, doutora em Ciências, e a Laura Marise, doutora em Biociências e Biotecnologia, desmistificando as descobertas científicas no canal Nunca Vi 1 Cientista. 

Inspirada por esse movimento e por tudo que aprendi lá na Áustria, me juntei a duas outras fãs da ciência: a Silvia Paladino e a Adriele Marchesini. Há sete anos, nós fundamos a agência essense, focada em projetos de curadoria de conteúdo B2B. Quando fui morar em Viena, elas continuaram com o trabalho, conquistaram mais de 70 clientes e fizeram planos de expansão. 

Nesse período em que a comunidade científica se reúne para produzir uma vacina em prazo recorde e se torna protagonista de discussões políticas, econômicas e humanitárias, nos reencontramos para fundar a Lightkeeper, o primeiro spin-off do grupo essense.

Nós entendemos que a ciência vive um grande momento, apesar da pandemia, das fake news e da instabilidade política. E, mais do que isso, nós, como sociedade, também temos a chance de, a partir desse caos, construir algo novo. De sermos mais responsáveis e entendermos que fazemos parte de um ecossistema. Muitas empresas já perceberam isso e adotaram as práticas ESG, buscando contribuir com o meio-ambiente, entender seu impacto social e implementar políticas de governança adequadas ao seu papel na sociedade.

A Lightkeeper, vem, então, para construir relações de confiança entre empresas e sociedade, iluminando o caminho neste mar de informações (muitas vezes falsas, outras tantas verdadeiras) e reconectando os cidadãos com a razão e a ciência, fortalecendo  o pensamento crítico. Mais do que isso, transparência e responsabilidade são atributos de marca exigidos pelos consumidores de hoje. A geração de negócios caminha lado a lado com o engajamento em temas de grande impacto para os cidadãos, como mostra a pesquisa Blueprint for Responsible Investment, das Organizações Unidas (ONU). Em uma análise de mais de 2 mil estudos acadêmicos desde 1970, a relação positiva entre desempenho ESG e retorno financeiro ficou evidente em 63% dos casos.

Além de todo o rigor e seriedade, que apoiam meu aprimoramento como jornalista e reforçam o compromisso com a busca da verdade, a ciência também deixou outro ensinamento, talvez o mais importante. É trabalhando juntos de forma transparente, um passo de cada vez, que mudamos o mundo.

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(Des)Aprendendo com o Exemplo: “Ciência é um nome que assusta, mas é algo muito natural”

O PhD Michel Soane explica a natureza do método científico, sua relação com o nosso dia a dia e a importância da ciência para superar...

O PhD Michel Soane explica a natureza do método científico, sua relação com o nosso dia a dia e a importância da ciência para superar epidemias – de vírus e de negacionistas

Tatiana Paiva

“Raciocínio científico é algo que vamos desenvolvendo, mas já nascemos com ele”. 

Seja lá qual for a sua área de atuação, é bem provável que você tenha mais em comum com um cientista do que pode imaginar. Ou melhor, você pode até ser um cientista dentro da área que domina – como quando a curiosidade faz pesquisar mais a fundo sobre determinado assunto, ou quando entende padrões e os aplica aos métodos de trabalho, por exemplo. 

Esses conhecimentos (e muitos outros) foram compartilhados pelo Dr. Michel Soane, PhD em Infectologia e gerente sênior de assuntos científicos da EUROIMMUN Brasil em mais uma live da série (Des)Aprendendo com o Exemplo. “Como a curiosidade e a construção de conhecimento podem nos salvar de devaneios, medos e pandemias?” foi o tema do bate-papo com a Silvia Paladino, que destacou a importância da ciência para lidar com momentos como o que estamos vivendo.

Michel ainda falou sobre piores práticas que envolvem negacionismo e posicionamentos baseados em opiniões, não em evidências. Veja os highlights da conversa:

  1. Desconhecimento

Para o pesquisador, a falta de ensinamento sobre ciência na educação formal é uma grande barreira. “Como a criança aprende? Ela observa, tenta fazer e descobre se aquilo dá certo ou não. O método científico atua da mesma forma, sempre baseado na observação, geração da hipótese e comprovação. Muitas vezes, perdemos esse senso por conta da nossa educação. Ciência é um nome que assusta, mas é algo muito natural”.

  1. O valor das perguntas

“Com a observação das coisas sempre ficam enraizadas muitas perguntas, e é isso que nos move. O cientista tem um ideal muito forte, seja em qual área for: quer, de alguma forma, produzir conhecimento e ajudar a sociedade”.

  1. A desmistificação do pesquisador

Soane acredita na capacidade científica do Brasil, mas lembrou, durante a live, que a academia ainda é um círculo bastante fechado. “A profissão de pesquisador não é regulamentada. Temos professor pesquisador e alunos pesquisadores. São esses dois grandes grupos que fazem ciência no país. Esse modelo precisa mudar. Hoje, para ser pesquisador, é preciso estar dentro de uma universidade (geralmente pública) ou dentro de uma empresa, e não deveria ser assim. Se a sociedade entendesse como a ciência é importante, veríamos que todos somos cientistas em nossas áreas”.

  1. Conhecimento baseado em evidências

O cientista fala também sobre os questionamentos à ciência desde o início da pandemia. “Quando surge uma nova evidência, muda completamente o raciocínio, e muitos questionam: “ninguém sabe de nada”, “cada hora a ciência diz uma coisa”. Mas é assim que ela trabalha. As evidências caminham para um lado e depois podem caminhar para outro. A junção de a+b+c me leva a conclusões diferentes de quando eu sabia somente sobre a. Tudo isso é baseado em evidências, não em opiniões”.

  1. Cuidado com a pseudociência

“Existe negacionismo dentro do próprio mundo acadêmico. Mas é importante destacar que a pseudociência não leva em consideração todas as variáveis que envolvem determinado fenômeno. A pseudociência até pode se basear em evidências, mas seus métodos não são muito confiáveis”.

Quer saber sobre todos os assuntos abordados na live? Dê o replay na transmissão, que já está disponível no nosso IGTV!

Saiba mais:

(Des)Aprendendo com o Exemplo: “A vida é muito curta para gastar com pessoas ruins”, com Ken Fujioka

(Des)Aprendendo com o Exemplo: “Quando tudo falha – o físico, o psicológico, o mental – você levanta e diz: eu não posso morrer aqui”

(Des)Aprendendo com o Exemplo: “não existe planilha que não seja enganável”

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